A Política de Santana
Santana Lopes tomou como prioritário a transferência de ministérios para outras zonas do país, descentralizar e e-governar poderia ser um lema adequado, houve alguma discussão sobre o assunto, mas ao fim ninguém o levou a sério, seria tempestuoso quer para as finanças quer mesmo a nível de logística.
Agora, e depois de ter feito a promessa de reduzir os membros do governo, mesmo com o aumento dos ministérios, aumentou-o de 36 Secretários de Estado para 38.
Arranjei-me uma cadeira
Teresa Caeiro, na tarde de ontem, era dada como secretária de estado adjunta da defesa, às 17.30 h o Sr. Presidente da Republica ainda não sabia quem iria ocupar o lugar vago no ministério da defesa.
Paulo Portas dá uma explicação para o caso e Santana Lopes uma outra completamente diferente. O certo é que, provavelmente, nenhum terá explicado a verdadeira razão do sucedido. O mais certo é que os próprios militares tenham dito “não”, mas isto é só uma suposição, nada mais do que isso.
O importante era arranjar um lugar para a senhora e então foi sentar-se na cadeira vaga, encontrada à última da hora, na Secretaria de Estado das Artes e Espectáculos.
Quem percebe de defesa, o mais certo é perceber, igualmente, de artes, ao fim ao cabo A Guerra é uma Arte.
Santana sai, Autarquia cede
Santana Lopes sai da Câmara Municipal de Lisboa com uma dívida que se distribui por 4,3 milhões de euros a fornecedores de conta corrente, 74,6 milhões de euros a fornecedores com facturas em conferência, 10,2 milhões de euros Conta de adiantamentos, 4,3 milhões de euros ao Estado e outros entes públicos e 12,4 milhões de euros a outros credores o que perfaz um total de 105,8 milhões de euros (fonte: Jornal PÚBLICO).
De mãos lavadas, entra à cabeça do Governo e “entala” Carmona Rodrigues que diz que Vereadora das Finanças ainda não lhe confirmou a dívida mas que acredita que é inferior a 100 milhões de euros, ou seja, o novo presidente da Câmara de Lisboa já deve de estar a suar.
Durão sai e entra na UE
Ao contrário do que se podia pensar os socialistas europeus não irão dar o seu voto de confiança a alguém que apoiou a Guerra do Iraque, não irão dar o seu apoio a uma pessoa que depois de albergar a conferência que decidiu a invasão do Iraque, que nunca reconheceu que essa mesma invasão foi um erro, uma peça de teatro mal representada, disse que não é a favor da arrogância e do unilateralismo Norte Americano.
Assim sendo José Manuel Barroso (o novo homem) não poderá contar com uma maioria mais folgada e, com o novo sistema de votação através do voto secreto, quem sabe não terá alguma surpresa hoje.

0 Comentários:
Publicar um comentário
<< Home